Informática



Informática

  Esta área do conhecimento, que surgiu com o advento do computador, tem-se desenvolvido com enorme rapidez e tem um papel de grande relevo na sociedade actual. Esse papel pode ser avaliado pela presença e importância do uso de computadores no nosso quotidiano.

A informática está portanto ligada à concepção e utilização de meios informáticos, e nela pode-se considerar a existência de dois ramos principais: o hardware e o software. O hardware diz respeito ao computador e seus periféricos enquanto dispositivos físicos. O software, por seu lado, compreende as técnicas de análise de problemas e sua decomposição em conjuntos de instruções, os programas, que permitem aos computadores cumprir as tarefas que lhes são atribuídas.

A rápida evolução da informática gerou uma autêntica revolução nas actividades que requerem o armazenamento e manipulação de grandes quantidades de informação, como por exemplo a gestão, a contabilidade e as artes gráficas, e inclusivamente permitiu o aparecimento de áreas especializadas, que requerem que essa manipulação seja feita com grande velocidade, como por exemplo a astronáutica e a física das partículas elementares.

Devido à evolução e à crescente especialização verificada em diversos ramos da informática, é já comum considerar a existência de um conjunto de conhecimentos e tecnologias denominado tecnologias da informação, que englobam, além da informática, a burótica (que considera a aplicação de meios informáticos aos escritórios), a telemática (que conjuga os meios informáticos com as telecomunicações) e o controlo e automação (que versa a aplicação dos meios informáticos ao controlo de processos industriais).

Boas maneiras electronicas

 

A banalização do correio electrónico como forma de comunicação trouxe consigo alguns efeitos secundários, motivados muitas vezes pelo desrespeito das regras básicas da boa educação e do senso comum. Aqui ficam algumas regras de etiqueta que devem ser respeitadas na troca electrónica de correio.

  1. Tal como numa carta normal, tenha atenção à forma como escreve, corrigindo os erros, respeitando maiúsculas e minúsculas bem como a acentuação. Inclua o seu nome e endereço de correio electrónico no final, como assinatura: ninguém gosta de receber cartas anónimas.
  2. Nunca é demais lembrar: não escreva tudo em maiúsculas! Na linguagem electrónica, isso é considerado gritar. Se pretender dar ênfase a uma palavra ou frase curta, ponha-a entre asteriscos (*assim*), que é o equivalente ao itálico ou ao sublinhado normais. Destacar uma palavra ou curta frase GRITANDO pode ser aceitável, dependendo do contexto e da formalidade com que trata o seu interlocutor(a).
  3. Ao enviar uma mensagem não espere que lhe respondam imediatamente. O email continua a ser uma carta; o facto de seguir mais depressa do que o correio convencional, não significa que o seu interlocutor(a) tenha tempo para responder imediatamente - provavelmente tem menos, porque recebe mais email do que correio convencional.
  4. Sempre que possível, envie texto simples e evite o formato HTML e os ficheiros anexados ("attachments"). Lembre-se de que o destinatário da mensagem pode não ter um programa de email semelhante ao seu, pelo que não deve presumir que ele seja capaz de reconhecer mensagens de texto formatado. Caso o seu programa de correio o permita, configure por omissão o envio em texto simples ("plain text" ou ASCII).
  5. Se tiver mesmo que enviar texto formatado, evite o formato Word. Faça-o anexando um ficheiro gravado no formato RTF (gerável pelo Word ou pelo Wordpad do Windows), o qual é reconhecido por praticamente todos os modernos processadores de texto, independentemente do sistema operativo. Isto tem como vantagem adicional evitar os vírus "macro" - como o Melissa. Se precisar mesmo de enviar em formato Word ou Excel, force a gravação para a versão Word 6.0/95 (ou Excel 5.0/95), pois nem toda a gente possui as últimas versões do Office.
  6. Não envie ficheiros anexados com tamanho superior a 100 KB. A menos que o destinatário receba as mensagens no seu trabalho, o mais certo é aceder à Internet (e, por isso, também ao correio electrónico) via modem. Tudo o que sejam mensagens com mais de 100 KB deve ser considerado como uma falta de cortesia inaceitável.
  7. No caso de necessitar mesmo de enviar ficheiros grandes, envie primeiro uma mensagem de texto solicitando permissão para o fazer e explicando as suas razões.
  8. Evite enviar ficheiros em formatos pouco comuns, a menos que tenha a certeza de que o destinatário possui o software necessário para os abrir. Mesmo no caso dos ficheiros comprimidos (formato .zip) há muitas pessoas que não sabem como abri-lo. Nesse caso, é preferível transformar o ficheiro .zip num autodescompatável (.exe) o que pode ser criado a partir do Winzip com o comando "make .EXE". Não se esqueça de enviar instruções para abertura do ficheiro.
  9. Nunca dê a terceiros o endereço electrónico de amigos e conhecidos sem o seu (deles) conhecimento. Use a mesma regra que usaria no caso de se tratar de números de telefone.
  10. Pense duas vezes antes de usar o correio electrónico. Uma carta convencional não será mais adequada? Um telefonema não será mais prático? O correio electrónico é óptimo, mas apenas quando é usado no contexto certo.